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MP pede que goleiro Bruno use tornozeleira eletrônica e que clube pague caso o equipamento sofra danos durante os jogos

Condenado pelo assassinato de Eliza Samudio, Bruno, de 35 anos, cumpre o restante da pena no regime semiaberto

O pedido do Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC) para que o goleiro Bruno Fernandes passe a usar tornozeleira eletrônica, inclusive nos jogos, inclui ainda uma recomendação para que, caso o equipamento seja danificado durante uma partida ou treino, o conserto seja pago pelo clube.

Condenado pelo assassinato de Eliza Samudio, Bruno, de 35 anos, cumpre o restante da pena no regime semiaberto. Ele foi apresentado no sábado (1º) pelo Rio Branco Futebol Clube e já treina com o elenco desde quinta-feira (30). O contrato é de seis meses e prevê a disputa da série D do Brasileirão, da Copa Verde e do Campeonato Acreano.

O goleiro Bruno ao ser apresentado no Rio Branco Futebol Clube, no dia 1º de agosto

O goleiro Bruno ao ser apresentado no Rio Branco Futebol Clube, no dia 1º de agosto Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

Condenado pelo homicídio triplamente qualificado de Eliza Samudio, além do seqüestro e cárcere privado do filho que teve com a modelo, Bruno obteve a progressão de pena e está em regime semiaberto desde julho de 2019. O promotor Tales Fonseca Tranin solicitou que, além do uso da tornozeleira eletrônica, o goleiro apresente a carta de emprego ao Instituto de Administração Penintenciária, exigência imposta a todos que cumprem pena nesse regime.

 

 

Bruno deverá seguir outras regras, como se recolher após as 18h durante a semana e não sair aos domingos e feriados nacionais. Se os jogos forem no domingo ou à noite, ele precisa pedir autorização.

 

No Acre, detentos que fazem uso da tornozeleira eletrônica são proibidos de jogar bola para não danificar o aparelho. No caso de Bruno, porém, o MP-AC defende que o clube pague por possíveis danos ao equipamento. “Como ele veio para jogar futebol e este é o trabalho dele, pedi que o empregador arque com as conseqüências dos danos para não onerar o Estado”, disse Tranin.

 

Fonte O Extra.

Redação TVgdsnews.

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